Natal [a ressaca]
Não sei se, nestes dias, consegui ganhar algum dos cinco quilos desejados há séculos, mas não tenho dúvidas que me aproximei escandalosamente da diabetes.
Não sei se, nestes dias, consegui ganhar algum dos cinco quilos desejados há séculos, mas não tenho dúvidas que me aproximei escandalosamente da diabetes.
Escrito por Carrie às 21:13 2 comentários
Aposto que mais ninguém recebeu um curso de esqui!
Escrito por a dona da gata às 18:16 4 comentários
Marcadores: Natal, Samantha assumidamente
Esta noite as luzes vão acender-se todas ao mesmo tempo. Haverá uma estrela-guia, para o que quer que desejemos. Haverá risos e crianças. Haverá embrulhos e papel pelo chão. Rasgado.
Esta noite haverá fome e gente triste nas ruas. Haverá morte e choro e gritos e lágrimas.
Esta noite poderia ser igual às outras.
Mas esta noite, nasce Jesus. Acredite-se, ou não...
Escrito por a dona da gata às 13:10 0 comentários
Marcadores: Natal, Samantha assumidamente
Falámos 40 minutos. Actualizámos informação. Soubemos pormenores um do outro. O Natal também é isto: perdoar, passar à frente, ser capaz de enfrentar fantasmas. A tua vida distante da minha, os meus pensamentos longe dos teus, mas tantas referências iguais. Como se tivéssemos crescido juntos. E crescemos, a cada Verão. E ficou a promessa de um reencontro, um destes dias. Ou no próximo Natal.
Escrito por a dona da gata às 20:22 0 comentários
Marcadores: Coisas que me fazem sorrir, Natal, Samantha assumidamente
Desde sempre. Desde os tempos em que os meus pais escondiam os presentes no roupeiro dos avós. Nessa altura, eu e os meus irmãos esperávamos pelo momento em que ficávamos sozinhos em casa e, pé ante pé, lá íamos à descoberta do que viria no sapatinho. Nessa altura, havia um sapatinho na chaminé. Não sabíamos muito bem que havia um Pai Natal, velhote das barbas brancas que a Coca-Cola terá inventado. Havia o sapato. Todos os dias 24 de Dezembro tínhamos, debaixo da chaminé, em cima do fogão, o nosso mais bonito e querido sapato. Diziam-nos que o Menino Jesus, pequenino - sabe-se lá como - descia pela chaminé e trazia os presentes. Era o dia em que mais cedo acordávamos, o 25. Era o dia de Natal!
Escrito por a dona da gata às 22:39 3 comentários
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