Conto[s] III
[Este é, muito provavelmente, o meu último conto. Não quero correr o risco de me convidarem para escrever Sabrinas e Harlequins]
Escrito por Carrie às 14:36 5 comentários
Fechou os olhos para sentir melhor. A língua dele deslizava-lhe pelo ventre sem deixar nem mais, nem menos saliva. Apenas a suficiente, para escorregar. Tocou-se para sentir que estava molhada, a condizer, e sorriu. Ele continuava, devagar, numa lentidão propositada de quem usufrui de cada segundo para se impôr. Leve, muito ao de leve, passou-lhe a língua pelas pernas, pelo interior, na zona onde ela sempre se envergonhara de ter mazelas. Não importava, agora, a celulite. Esqueceu-se disso. Depois empurrou-lhe a cabeça e ele foi. Directo. Sem hesitações. E mergulhou nela com um arfar que os dominava. Era uma parte dos preliminares.
Escrito por a dona da gata às 22:41 6 comentários
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Escrito por Carrie às 13:18 14 comentários