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segunda-feira, julho 12, 2010

Em Junho




segunda-feira, maio 10, 2010

Gosto de casamentos assim


Verona, Itália, Abril de 2010

terça-feira, abril 13, 2010

Em Junho...

quinta-feira, março 11, 2010

foi há uma semana

tenho umas quantas fotografias para descarregar, imagens com cores fortes, calor, sol, chuva e sorrisos, tenho um post meio escrito, tenho sons ainda na cabeça, tenho um 'room with a view' para mostrar, tenho muitas memórias desembrulhadas e voltadas a guardar na caixinha verde alface, e tenho muitos horas de sono para pôr em dia, sem que a viagem tenha alguma coisa a ver com o assunto. maputo continua a ser altamente recomendável, o costa do sol também, principalmente ao almoço com o índico pela frente...

quinta-feira, outubro 22, 2009

Lugares inesquecíveis


Há lugares onde voltaria amanhã...

quarta-feira, setembro 23, 2009

domingo, setembro 20, 2009

Confesso...

Fiquei maravilhada com a Casa Branca (e só a vi de fora) e senti-me emocionada por saber que pertence, agora, a Barack Obama. Estou num País livre.

sábado, setembro 19, 2009

domingo, setembro 13, 2009

Um mundo mágico



sábado, setembro 12, 2009

Chamem-me Burra




sábado, agosto 22, 2009

Em Setembro

domingo, agosto 02, 2009

quarta-feira, julho 29, 2009

sexta-feira, julho 03, 2009

Uma portuguesa nas Bahamas III





Portuguesa nas Bahamas II

Acordo com uma enxaqueca no dia de regresso a casa. Nao faz mal, ainda nem sao nove da manha e vou tomar o pequeno-almoco para ir, depois, dar uma volta pela ilha. Falei com o meu amigo taxista, o do neto, que vai levar-me por ai. Ontem o dia foi passado no hotel, a preparar a entrevista, a esperar pela entrevista, a fazer a entrevista. E uma mulher surpreendente, esta Shakira. Quanto mais falo com ela, mais gosto dela. Ouvi algumas musicas do novo disco e, honestamente, detesto-as! Mas nao sou o publico-tipo desta colombiana pouco mais alta que eu. Porem, dizem que o QI de Shakira e de 140 e eu acredito. Falar com ela e um prazer. E fez um enorme esforco para responder sempre em portugues, aquele que aprendeu em miuda, no Brasil. Ri-se, aplaude as minhas perguntas (!), sorri, fica pensativa, responde com calma e mistura o espanhol quando e preciso. Oferece-me o po compacto que usa no rosto para eu disfarcar os brilhos para a entrevista televisiva. Tenho pudor e nao aceito. Ela e demasiado bonita para eu partilhar maquilhagem. Dirao que sou uma tonta, quase com tendencias lesbicas, com esta Shakira. Nao. E que nao estou habituada a artistas famosos e interessantes, pessoas que nao sao o que aparentam, que sao mais, que tem mais para dar. Fiz-lhe um convite (que nao posso revelar) para a proxima visita a Lisboa. Aceitou. Vais ser uma cacha! Fico satisfeita com os resultados da entrevista e ate lhe peco para tirarmos uma fotografia juntas. Para a posteridade.

De manha passei uma hora na piscina, com as folhas na mao. O sol queima como nenhum outro e a agua estava mais quente que o ar. Garantido. Desisti do ocio para voltar ao ar condicionado do quarto onde pude ler com calma e sem o calor a distrair-me. A tarde fui filmar com o Steve, um free lancer fantastico, de Miami. Nunca foi a Portugal e na Europa so conhece Londres. Mas tem os Estados Unidos na ponta da lingua e invejo-o. E ele a mim. O John, um motorista que, sinto, me roubou 95 dolares por hora e meia de passeio, a procura de bons lugares para filmar, nao percebe nada da ilha. Tambem ele leva a filha no carro. Percebo que as criancas nao tem onde ficar, nas ferias, aqui em Nassau. Andam atras dos pais. Janele tem 6 anos e aos 17 quer ir ao Canada, como lhe prometeram. Nunca ouviu falar da Europa. Tentamos varios pontos de filmagem e sao todos fracos. John pensa que fazer imagens para televisao e como tirar fotografias: uma arvore aqui, uma casa ali... Finalmente encontramos uma praia com bahamianos a nadar. E, num tipico bar, quatro homens jogam domino a dinheiro. Filmamos. Um deles pede-me emprego. Tem os dentes da frente dourados.

As Bahamas tem muito de bom. E muito de mau.

quinta-feira, julho 02, 2009

Portuguesa nas Bahamas I

Bebo um cafe latte enquanto escrevo no lobby do Sheraton de Cable Beach, em Nassau, capital das Bahamas. Percebo que tudo e muito americano, por aqui - a comecar pelo teclado, como se ve - e arrependo-me de nao ter tido mais imaginacao que aquela que me levou a almocar, tardiamente, num Burguer King no centro da cidade. La, onde um gigantesco iate despejava turistas mais endinheirados que eu, aqueles que hao-de encher as lojas das ruas principais de Nassau, neste off shore que sao as Bahamas. Vejo relogios Rolex e Omega sem precos a vista, a espera que lhes perguntem quanto custam, arrisco a pergunta num technomarine para levar para casa e recebo 600 dolares de resposta. Nada feito. E sera dos mais baratos. As casas do city center sao de cores vivas ou adocicadas, amarelos e rosas e violetas clarinhos. Um taxista com o neto dentro da furgoneta leva-me a passear pelas zonas nao turisticas. Explica-me que mais de 75% da populacao e negra, que sao muitas as religioes que aqui operam, e por isso a quantidade inusitada de igrejas. E bares. Sao muitos, a cada esquina um novo bar, daqueles que aparecem no anuncio do Malibu. O velho taxista com a crianca de 4 anos ao lado, sem cinto, espalhada pelos bancos da frente da carrinha envelhecida, de sete lugares, diz-me que na parte mais antiga de Nassau vive a classe pobre. Ve-se que sim. Mas as casas sao desenhadas, pintadas, com banquinhos na soleira da porta como aquele em que se sentou Clint Eastwood em Gran Torino. O cor-de-rosa e a cor oficial das Bahamas, diz-me o meu novo amigo, e prossegue evitando o transito que vem do centro da cidade, que encerra as 17h30 (nao a cidade, em si, mas as lojas) e que traz para a zona de Cable Beach os mais ricos, ja cheios de compras. Sao quatro classes, aqui, continua a contar-me, a baixa, a media, a media-alta e a alta. Mas sao os pobres os que aqui vivem em maior numero. Em contrapartida, fala-me da pequena ilha por onde passamos e dos 22 quartos sobre as aguas limpidas - como nunca tinha visto - obrigados a encerrar depois de um terramoto em 1995. Robert Mugabe dormiu la, e nao percebo se o taxista me fala deste terrifico homem com orgulho ou, simplesmente, sem pudor. Ao lado aponta-me outra ilha. Pertenca de Eddie Murphy. Conhece? O comediante. Digo que sim e surpreendo-me com a riqueza que Hollywood pode gerar. Aqui nas Bahamas vive ainda Sean Connery, conta, e ate ja se naturalizou cidadao da ilha. Saio da carrinha com menos 20 dolares - dados de boa vontade - e um aperto de mao com a promessa de nos voltarmos a ver. Encontrei o guia certo. E o neto, a garantir seguranca. Amanha faco a entrevista aquela que ja quase podia ser minha amiga. E a terceira vez que nos encontramos. Uma hora de conversa, e o que nos espera. E tenho de maquilhar-me, como se valesse de muito. Felizmente estou com a pele bronzeada! Gosto de estar aqui.

sábado, junho 27, 2009

segunda-feira, junho 15, 2009